17 de jun de 2012

ESPÍRITO SANTO

“Saiba com certeza que Deus entronizou como Senhor e Cristo, Jesus que vós crucificastes” (At 2,29).
E o que diz a Revelação? Guarda, com carinho, a palavra confiante de Nosso Senhor, Palavra criativa e criadora de Deus, que nos diz, olhos nos olhos: “Mas recebereis um poder quando o Espírito Santo descer sobre vós. Então, sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda Judéia e Samaria, até os confins da terra” (At 1,14). A todos foi dado o Espírito Santo, o outro Paráclito, naquele maravilhoso dia de Pentecostes (At 14,16). A inundação do Espírito Consolador (“Paráclito”) foi tal que os estranhos pensaram que estivessem embriagados (At 2,13).
 “Pentecostes” é o nome certo para uma experiência do Espírito, uma experiência da consolação que Jesus, no seu poder de Filho glorificado, nos dá em tal abundância a ponto de nos mudar, como mudou o velho Simão, cheio de respeitos humanos e medos, num homem novo, Pedro, capaz de pregar publicamente: “Por isso toda a Casa de Israel saiba com certeza que Deus entronizou como Senhor e Cristo, Jesus que vós crucificastes” (At 2,29).
“Pilatos, então, tomou Jesus e mandou flagelar” (19,1). Mateus escreve: “Quanto a Jesus, (Pilatos) depois de flagelá-lo , entregou-o para que fosse crucificado” (Jo 27,26).
Por sua vez, Marcos assinala:
“Depois de fazer flagelar Jesus, entregou-o para que fosse crucificado” (Mc 15,15).
O Apóstolo Paulo sofreu várias vezes chicoteamentos e flagelações. Por exemplo, recebeu os 39 golpes (os 40 da Lei, menos um de chicote, para que não se corresse o risco de ultrapassar a medida) dos judeus, pelo menos cinco vezes (2Cor 11,25) foi flagelado, sendo que uma vez em Filipos (At 16,22ss.), e outra vez, em Jerusalém (At 22,24ss.).
Meditação:
Por que necessitamos do Espírito Santo? Porque o Espírito Santo guia os discípulos que até hoje testemunham a vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus.
Ora, o Pai nos dá o Espírito do seu Filho para que o reconheçamos como Pai: e porque sois filhos, enviou Deus aos vossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: “ABBÁ!”; isto é: “Meu Pai!” (Gl 4,6). Só pela ação de Espírito Santo pode alguém dizer: Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai (1Cor 12,3).

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