19 de ago de 2015

BEM PARECIDAS

Bem parecidas

      Pedrinho tinha tirado nota zero no exame. O seu pai, furioso, foi brigar com o professor.
      Entrou pela sala de aula e foi direto ao mestre.
      - Isso é um desaforo. O senhor deu zero ao meu filho. A prova dele não podia estar totalmente errada.
      - Mas estava... Olhe, a prova constava de três perguntas. Seu filho Pedrinho sentava-se atrás de Carlinhos, e as três respostas de seu filho coincidiam com as respostas de Carlinhos.
      - Mas o que é que isso prova? Que meu filho colou do menino da frente? Não podia ser contrário?
      - De forma alguma. As duas provas se pareciam muito, só havia uma diferença; As três respostas do Carlinhos eram “não sei”. As de seu filho eram “nem eu”.

17 de ago de 2015

MAIS COM O CORAÇÃO, E MENOS COM PALAVRAS

Mais com o coração, e menos com palavras

Um padre, ouvindo a oração de um pastorzinho rezando em sua familiaridade e simplicidade, disse:
- Não é assim que se reza, não. É assim... Começou ele, uma oração muito sofisticada e teológica.
O pastorzinho ficou tão confuso que preferiu deixar de rezar. Desanimou-se.
Então, Deus apareceu ao sacerdote e disse:
- Você prejudicou a oração mais bonita que eu já recebi. Vá ao pastorzinho e diga-lhe que continue a sua oração. E você, aprenda com ele a simplicidade na sua conversa comigo.

24 de jul de 2015

LUA

Lua

      Havia um grande mestre chamado Ryikan. Ele morava ao pé de uma montanha e vivia uma vida muito simples. Um dia, um ladrão invadiu a sua casa, mas nada achou para roubar. Enquanto o ladrão estava lá, o mestre voltou e flagrou o assaltante. Ryikan disse: “Você viajou uma grande distância para vir me assaltar. Não pode partir de mãos vazias”. E lhe deu todas as roupas e o cobertor! O ladrão, completamente aturdido, pegou as roupas e desapareceu. Depois que ele saiu, o mestre sentou-se à porta de sua casa, olhou para o deslumbrante luar e pensou: “Coitado! Eu queria poder dar a ele esta lua deslumbrante!”

22 de jul de 2015

SILÊNCIO

Silêncio

      Deus, ao criar o homem à sua própria imagem ,colocou no seu coração o desejo de vê-lo e possuí-lo: “Fizeste-nos, Senhor, para ti e inquieto está o nosso coração até descansar em ti”.
      Quando o lago seca e os peixes estão morrendo, não podemos ajudá-los só jogando água na face deles. Devemos, ao menos, encontrar um balde d’água e jogá-los dentro. O mestre ensinou: “Não é para ensinar com muitas palavras; é para mostrar a realidade. O segredo da vida é encontrado não em doutrinas, mas meditando em silêncio” Concordemos com Lao Tse: “Silêncio é a grande revelação”. Meditemos em silêncio.

20 de jul de 2015

MAR MORTO

Mar Morto

      - Meu pai é um grande caçador. Uma vez, na África, matou três leões e cinco elefantes.
      - Meu tio também é valente. Andou muitos anos pela Amazônia e matou mais de uma dúzia de onças, sem contar as sucuris e jiboias.
      O terceiro amigo, depois de ouvir calmamente as histórias saiu-se com a sua:
      - Vocês já ouviram falar no Mar Morto, não? Pois quem matou foi meu avô.
      Vamos ser o que somos e desapegados pois nossos desejos podem nos destruir.

17 de jul de 2015

CONHECER-SE A FUNDO

Conhecer-se a fundo

Indagar e pesquisar sobre a pessoa de Jesus Cristo é algo bastante louvável, mas de que serve? Poderá isso valer alguma coisa, se não conhecemos a nós mesmos? Valerá alguma coisa, se continuarmos sendo controlados e manipulados sem ao menos saber?

A pergunta mais importante do mundo, a verdadeira base de todo ato maduro é esta: Quem sou eu? Porque, se não conhecemos a nós mesmos, não poderemos conhecer a Deus. É fundamental para uma pessoa conhecer a si mesma e, no entanto, não existe resposta para a pergunta: quem sou eu? Porque é preciso descobrir quem não somos para chegarmos ao ser que já somos.

Existe um provérbio chinês que diz: “Quando os olhos não estão bloqueados, o resultado é a visão. Quando a mente não está bloqueada, o resultado é a sabedoria, e quando o espírito não está bloqueado, o resultado é o amor”.

É preciso tirar as vendas para podermos enxergar. Se não vemos, não temos como descobrir os impedimentos que não deixam enxergar.

Observar a nós mesmos é estarmos atentos a tudo o que acontece dentro de nós e à nossa volta, como se estivesse ocorrendo a outra pessoa sem pré-julgamentos, nem justificativas ou esforços visando mudar o que está acontecendo, e sem formular críticas ou com autopiedade. Todos os esforços que possamos fazer para mudar as coisas só servem para piorar tudo, pois estaremos assim lutando contra determinadas ideias. Na verdade, o que se deve fazer é tentar compreendê-las, para que elas caiam por si mesmas, uma vez que percebemos sua ausência de realidade. É preciso questionar tudo, para ver se essas coisas podem ser vistas como realidade. Uma vez feito o questionamento devemos observar a nós mesmos.

CRIANÇA
O amor de uma única pessoa é capaz de neutralizar o ódio de milhões. “Quem se eleva eleva o mundo”.

O mundo é complicado e confuso? Simplifique-o, sem adicionar novas complicações que atrapalham. Viver bem é simplificar.

Enquanto outros navegam, inconformados com o mar revolto, singre o mar do êxito e da perseverança, enfunando as velas da simplicidade.

É pelas antenas misteriosas da fé e do otimismo que aprendemos a arte de ver tudo pelo lado de dentro... com os olhos do amor e coração de criança.

Jesus chamou uma criança e a pôs no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus (Mt 18, 2).

LEMA
“Eduque os meninos e não será preciso castigar os homens”

6 de jul de 2015

MISSA 14 DE JUNHO - 65 ANOS DE SACERDÓCIO

No dia 14 de junho, padre Haroldo completou 65 ano de sacerdócio e celebrou uma missa especial no encerramento do Curso de Capacitação em Aconselhamento e Intervenções Familiares em Dependência Química, no Soltanieh. Acompanhe este momento especial, que será eternizado em nossos corações!

3 de jul de 2015

ESPIRITUALIDADE

Espiritualidade

A espiritualidade de Santo Inácio de Loyola é uma espiritualidade deste mundo e radicalmente leiga, que surgiu das experiências dele como um leigo e foi desenvolvida a partir de um olhar direcionado às pessoas ocupadas com as obrigações de cada dia. Tudo começou com as anotações que Inácio fazia sobre as próprias experiências ao escolher os caminhos concretos da sua vocação pessoal. Que rumo tomar na vida, e o seu mundo se abriria para as descobertas em todo o planeta?

A única coisa que ele sentia no início era uma vocação peremptória para encontrar Cristo no mundo e assim viver uma vida santa. Aos poucos, descobriu que alguns materiais e certas formas de oração ajudavam na sua vida com intuito de descobrir, com convicção, que o amor de Deus exigia que ele fizesse. Inácio considerou que esses materiais e essas formas de oração do mesmo modo que os seus contemporâneos, isto é, como “exercícios espirituais”. Ao transmitir aos outros o que tinha ajudado a ele mesmo, aprendeu a tirar ensinamento das variadas experiências das pessoas. Aos poucos, deu forma à experiência espiritual que chamamos de “Exercícios Espirituais” e ao caminho para Deus que chamamos de espiritualidade inaciana, dos Padres Jesuítas e seus companheiros.