27 de mai de 2015

AMOR

Amor

      Com um bebê em um carinho e duas crianças pequenas pela mão, uma jovem japonesa embarcou em um metrô de Toronto e sentou-se perto de mim, do outro lado do corredor. A criança maiorzinha, aí pelos quatro ou cinco anos, brincava com um pedaço de papel. Por duas vezes ela mostrou o trabalho à mãe, que carinhosamente ofereceu algumas palavras de orientação.
      Pouco depois, o menino soltou um gritinho de triunfo e entregou à mãe o resultado de seu esforço. A mulher examinou-o, fez um sinal de aprovação e delicadamente pousou o pequeno objeto na saliência da janela ao seu lado. O trem parou e eles saltaram.
      Curioso, dei um passo para o lado e peguei aquela coisinha. Era um passarinho (o bico, as asas e a calda elaborados com precioso detalhe), e foi com admiração que o examinei – tão habilidosamente confeccionados pelas mãos de uma criança a partir de um pedaço de papel barato.
      Lutando contra a tentação de guardá-lo, recoloquei meu achado à janela do metrô, para que alegrasse outra alma, como alegrara a minha.

25 de mai de 2015

A MEDALHA

A Medalha

      Certa mamãe não conseguia que seu filho voltasse para casa antes do pôr-do-sol.
Resolve dar-lhe um susto e diz-lhe que o caminho que levava à sua casa era mal-assombrado, cheio de assombrações, depois que o sol se punha, e, depois dessa história, o problema acabou: antes de o sol se pôr, o filho já estava em casa.
      Mas, depois que cresceu, ele ficou medroso; temia tanto a noite, almas e assombrações, que, após o anoitecer, não saía de casa. Então a mãe lhe deu uma linda medalha e lhe disse que, enquanto ele a usasse no peito, almas e assombrações não lhe fariam mal.
      Agora o moço sai de casa, mesmo à noite, mas sai sempre apertando a medalha no peito.
      O trabalho sem Deus pode preencher o tempo de uma vida, mas não consegue salários para a eternidade...

ESPERAMOS POR VOCÊ EM JUNHO!

Nosso curso está chegando! Vamos, juntos, conhecer o funcionamento do sistema familiar, entender as dinâmicas das famílias em dependência química, descobrir de que maneira elas podem ajudar nos mais variados tipos de tratamentos de seus entes e como elas podem e devem ser ajudadas. Vamos também aprofundar as ideias sobre codependência e conhecer, por meio de teoria e prática, algumas intervenções para atuar com estas famílias: escuta qualificada, aconselhamento, psicoeducação, terapia de grupos, modelos comportamentais, sistêmicos e práticas integrativas. Além, é claro, de refletirmos sobre a importância da espiritualidade no contexto das famílias em que atuamos.Esperamos por você para um final de semana especial, num local inesquecível!

Para informações, acesse www.familiaedependencia.com.br

20 de mai de 2015

CASAMENTO COM JESUS

Casamento com Jesus

      Antes do casamento devemos ter os olhos muito abertos. Depois do casamento devemos ter os olhos entreabertos. Sempre devemos enxergar a beleza e a bondade do cônjuge, esquecendo imediatamente os defeitos. Devemos olhá-los com o coração.
      Olhamos ao Jesus com o coração.
      Meu amigo e alguns amigos seus, todos músicos amadores, tocavam para um grupo de pessoas na casa de um outro amigo. Depois de executarem melodias conhecidas por cerca de meia hora, eles se desculparam por nenhum saber ler música: tocavam de ouvidos.
      - Tudo bem. – disse um dos ouvintes.
      - Nós também só ouvimos de ouvido.
      Ouvimos Jesus com o coração.

15 de mai de 2015

GRATIDÃO

      O mosteiro estava ficando cheio e era preciso construir um edifício maior, por isso um negociante preencheu um cheque de um milhão de dólares e o apresentou ao Padre, que o pegou e disse:
      - Muito bem. Eu o aceito.
      O negociante ficou contrariado. Era uma grande soma de dinheiro e o Padre nem ao menos agradecera.
      - Há um milhão de dólares nesse cheque.
      - Sim, percebi – disse o Padre.
      - Mesmo eu sendo abastado, um milhão de dólares é muito dinheiro.
      - Deseja que eu lhe agradeça pelo cheque?
      - Você deveria.
      - Por que deveria? Quem dá deve ser grato – disse o Padre.

13 de mai de 2015

Religiões

Nós louvamos e admiramos outras religiões: Buda ensinou que o desejo é a raiz de todo mal. Inácio de Loyola chama isto de apêgo. Maomé diz que existe apenas um só Deus e que devemos adorá-lo. Os Islamitas adoram Deus cinco vezes, diariamente. Os Judeus, com Isaías e outros profetas, louvam e servem a Divina Majestade. Os Hindus com Mahatma Ghandi servem três entidades divinas: Brahma, o Criador; Shiva, o Continuador e Vishnu, o Equilibrador.
      Basicamente as religiões têm a mesma tese: amar, louvar e reverenciar a Divina Majestade e servir aos irmãos. Quem oferece uma mão a Deus e não dá a outra a seu irmão, tem uma fé em vão.
      Católicos têm Deus infinito, adoram a Santa Eucaristia, veneram a Virgem Maria e vivem nas inspirações do Espírito Santo.
      O Mestre Zen quando atingiu a Iluminação, escreveu essas linhas para celebrá-la: “Oh admirável maravilha: eu continuo a cortar lenhas e tiro água do poço da mesma maneira. Só a mente é diferente”.

5 de mai de 2015

CURSO SOBRE FAMÍLIA E DEPENDÊNCIA QUÍMICA COM PADRE HAROLDO EM JUNHO


CORAÇÃO PURO

Coração Puro

      Mahatma Gandhi escreveu: “Uma mente perfeita vem de um coração puro. Não o coração que os médicos vêem com o estetoscópio, mas o coração que é a sede de Deus. Diz-se que a experiência de Deus no coração impede a possibilidade de o pensamento impuro, ou vazio, entrar na mente.”

Lema

      Os inteligentes sabem que para fazer um mundo melhor não é necessário mudar o mundo. Não têm valor quaisquer mudanças no mundo se não há mudanças no coração. Devemos colocar a nossa inteligência antes das nossas vontades e viver com corações puros.

4 de mai de 2015

NÃO DEPENDÊNCIA

Não Dependência

      O padre atribuía mais importância à compreensão do que ao culto não compreendido.
      - Mas não temos de confiar em Deus? – perguntaram-lhe.
      Disse o padre:
      - O apaixonado deseja o bem da pessoa amada, o que requer, entre outras coisas, que a pessoa amada não esteja presa ao apaixonado.
      Depois, representou um diálogo entre Deus e o devoto.
      Devoto: – Rogo-vos, ó Deus, que não me abandoneis.
      Deus: – Eu me vou para que o santo espírito possa vir.
      Devoto: – Que é esse santo espírito?
      Deus: – O destemor e a liberdade que nascem da não-dependência.