26 de out de 2012

RAIVA

“Depois mentiram a Jacó, dizendo que o rapaz tinha sido devorado por uma fera... “(Gn 37,26).
Em todas as coisas, considera o fim: que atitude assumirás perante o rigor do juiz? Nada lhe és oculto, nenhum presente o dobra e não aceita desculpas, mas julga segundo a reta justiça. Miserável e louco pecador!, que responderás diante de Deus, que conhece todo o mal que fizeste, tu que tens medo de um homem encolerizado? Por que não precaver-te para o dia do julgamento? Naquela hora, ninguém poderá encontrar em outro desculpa nem defesa: cada qual será pesado fardo para si mesmo! É agora que teu labor produz frutos, que teus prantos podem ser aceitos, teus gemidos escutados, é agora que teu sofrimento pode compensar e purificar tua falta.
Jacó tinha muitos problemas, como sempre acontece nas nossas vidas. Contudo, Jacó começou a dar preferência excessiva a José, que lhe lembrava os tempos de amor feliz com sua querida Raquel.
José, vendo-se privilegiado, começou a delatar as falhas de seus irmãos de Pai, que não o desencorajou. Tudo indicava que Jacó queria fazer  a bênção do Altíssimo passar para José!
Ciúme e raiva se uniram nos corações dos irmãos, que quiseram matá-lo. Rúben, que já tinha suas dívidas com o Pai (Gn 35,21-22), manobrou para, afinal, conseguir que José fosse vendido como escravo por 20 moedas de prata. Depois mentiram a Jacó, dizendo que o rapaz tinha sido devorado por uma fera... (Gn 37,26-36). Todos nós temos problemas na vida. Temos que aceitar o que Deus promete ou o que Ele quer no seu Plano para nós. Assim andaremos felizes.
As pessoas raramente se sentem sós (a sensação desagradável de realmente sentir falta de uma pessoa concreta): a dor que costumam sentir é a solidão (a sensação irritante de isolamento, de alienação de não haver ninguém ali para mim). Contudo, os que optam pelo poder não enfrentam realmente seu ruptura interior; que eles são ao mesmo tempo pecaminosos e chamados por Cristo é verdade teológica à qual consentem, não verdade religiosa dentro e fora da qual vivem.
Quando vai, vai chorando, levando a semente para plantar; mas quando volta, volta alegre, trazendo seus feixes (Sl 126,5-6).
Meditação:
Eu sou o Pão da Vida... Este é o Pão que desce do céu, para que não pereça quem dele comer. Eu sou o Pão Vivo descido do céu para que não pereça quem dele comer. Quem comer deste Pão viverá eternamente. O Pão que eu darei é a minha Carne para a vida do mundo... Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia... As palavras que vos disse são Espírito e vida...” (Jo 6,26-66)

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