2 de out de 2012

PAZ NA BOA TERRA

“Pensamentos dos homens não são os pensamentos de Deus” (Ls 55.8).
Às vezes é bom que encontremos obstáculos e contrariedades: sempre reconduzem o homem ao próprio interior. Assim ele fica sabendo que está no exílio e não coloca sua esperança em nada neste mundo. É bom que às vezes soframos contradições, que tenham de nós má opinião, que sejamos julgados imperfeitos, ainda que nossas intenções e atos sejam bons: isto favorece a humildade e nos protege da Vanglória. Procuramos mais facilmente o testemunho interior de Deus quando somos desprezados externamente pelos homens e quando a opinião a nosso respeito não é boa.
O relato bíblico sobre Noé nos mostra Deus abençoando, a pomba com o ramo de oliveira, Noé e sua gente, sã e salva, plantando e cuidando da bicharada. A realidade nos mostra rios e mares sujos, onde a vida se extingue ou já acabou. O ar está ficando imundo e doentio. Mesmo as feras e os animais dos matos já não encontram um lugar seguro. É tempo de tomar juízo: nosso bom Criador não volta atrás em sua palavra de vida. Ele é fiel! Mas nós – parece – preferimos a morte. O pecado e o desejo sem limites de consumir e ter e gastar podem acabar conosco! Que tal pedir a graça de imitarmos Noé e salvarmos a vida nesta boa terra?
Para compensar em toda a nossa pessoa as desordens e afrontas de nossos pecados diante de Deus. É fazer penitência por nossos pecados. Para dar os passos que ponham equilíbrio em nossos atos e desejos, de modo a não nos deixarmos levar por hábitos negligentes ou desejos determinados pela cultura. Isso significa autodomínio e autodisciplina. Fazemos penitência como um modo de rezar e pedir a Deus o que queremos com todo o nosso ser, não apenas com a mente ou os lábios. Isso expressa nossa miséria e leva Deus a nos socorrer.
Meditação:
Paulo alegrou-se com o bom trabalho de Apolo que metaforicamente representa Noé nas cartas de Paulo.
“Eu plantei. Apolo regou. Mas era Deus quem fazia crescer...” (1Cor 3,6).
Contudo, acendeu-se entre os fies de Corinto um espírito de partidarismos:
“Quando alguém declara: ‘Eu sou de Apolo? Quem é de Paulo? Eles são apenas servidores, pelos quais fostes levados à fé, cada qual agindo com os dons que Deus lhe concedeu... Nós somos cooperadores de Deus. Vós sois a plantação de Deus, o edifício de Deus... lancei o fundamento: outro constrói por cima. Quanto ao fundamento, ninguém pode colocar outro senão o que foi posto: Jesus Cristo!” (1Cor 3,4-11).
“Pensamentos dos homens não são os pensamentos de Deus” (Ls 55.8).
Às vezes é bom que encontremos obstáculos e contrariedades: sempre reconduzem o homem ao próprio interior. Assim ele fica sabendo que está no exílio e não coloca sua esperança em nada neste mundo. É bom que às vezes soframos contradições, que tenham de nós má opinião, que sejamos julgados imperfeitos, ainda que nossas intenções e atos sejam bons: isto favorece a humildade e nos protege da Vanglória. Procuramos mais facilmente o testemunho interior de Deus quando somos desprezados externamente pelos homens e quando a opinião a nosso respeito não é boa.
O relato bíblico sobre Noé nos mostra Deus abençoando, a pomba com o ramo de oliveira, Noé e sua gente, sã e salva, plantando e cuidando da bicharada. A realidade nos mostra rios e mares sujos, onde a vida se extingue ou já acabou. O ar está ficando imundo e doentio. Mesmo as feras e os animais dos matos já não encontram um lugar seguro. É tempo de tomar juízo: nosso bom Criador não volta atrás em sua palavra de vida. Ele é fiel! Mas nós – parece – preferimos a morte. O pecado e o desejo sem limites de consumir e ter e gastar podem acabar conosco! Que tal pedir a graça de imitarmos Noé e salvarmos a vida nesta boa terra?
Para compensar em toda a nossa pessoa as desordens e afrontas de nossos pecados diante de Deus. É fazer penitência por nossos pecados. Para dar os passos que ponham equilíbrio em nossos atos e desejos, de modo a não nos deixarmos levar por hábitos negligentes ou desejos determinados pela cultura. Isso significa autodomínio e autodisciplina. Fazemos penitência como um modo de rezar e pedir a Deus o que queremos com todo o nosso ser, não apenas com a mente ou os lábios. Isso expressa nossa miséria e leva Deus a nos socorrer.
Meditação:
Paulo alegrou-se com o bom trabalho de Apolo que metaforicamente representa Noé nas cartas de Paulo.
“Eu plantei. Apolo regou. Mas era Deus quem fazia crescer...” (1Cor 3,6).
Contudo, acendeu-se entre os fies de Corinto um espírito de partidarismos:
“Quando alguém declara: ‘Eu sou de Apolo? Quem é de Paulo? Eles são apenas servidores, pelos quais fostes levados à fé, cada qual agindo com os dons que Deus lhe concedeu... Nós somos cooperadores de Deus. Vós sois a plantação de Deus, o edifício de Deus... lancei o fundamento: outro constrói por cima. Quanto ao fundamento, ninguém pode colocar outro senão o que foi posto: Jesus Cristo!” (1Cor 3,4-11).

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