22 de jul de 2012

DISTRIBUINDO DONS

“Evangelizando os pobres, libertando os cativos, restituindo a liberdade aos oprimidos” (Lc 4,18-19).
Num século onde se investigam o espaço e as profundezas do mar, o homem ainda não busca o conhecimento de si, as profundezas de sua alma.
Anunciamos, como Cristo, um ano de graça do Senhor, imitando o Mestre da Vida, isto é: evangelizando os pobres, libertando os cativos, restituindo a liberdade aos oprimidos (ver Lc 4,18-19). Procedem como fiéis ao Senhor em tudo, sem se conformarem com este mundo (Rm 12,2).
O homem pouco faz por sua vida. Domina a natureza e o mundo que o rodeia, mas não domina a si próprio. Conhece o mundo através dos cinco sentidos; no entanto, muito pouco faz para conhecê-los melhor e desenvolvê-los adequadamente. O que lhe daria a capacidade de sentir, cheirar, ver, tocar, através de um ato consciente?
E como é importante conhecer nossos sentidos para podermos dominá-los
“Cientificamente foi comprovado que até agora o homem só desenvolveu 10% de suas faculdades mentais”.
Agora me pergunto: E os outros 90%, onde estão? Como levar os nossos educandos, os nossos filhos e nós mesmos a esse desenvolvimento?
Se somos os seres mais inteligente do planeta, por que não desenvolvemos estas faculdades? Que inquietante situação é esta em que nos encontramos!
Toda pessoa que esta no mundo foi criada de um modo tal que, se louvar, reverenciar e viver de acordo com a vontade de Deus, Nosso Senhor, alcançará seguramente o Reino de Deus. É esse o propósito original de cada vida humana.
Todas as outras coisas da face da terra destinam-se à humanidade, para ajudar toda pessoa a alcançar o propósito original que Deus atribuiu a cada um de nós.
A única coisa que faz sentido no uso de todas as outras, então, é usarmos tudo que nos ajude a perceber esse propósito original no fundo de nós, e nos afastarmos de tudo o que nos separa do propósito original em nós.
Meditação:
Reze com Aquele que é Ressurreição e Vida... Encerrar com o Alegre Salmo do Bom Pastor (Sl 23): “Tu é meu Pastor, nada me falta!”.

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