8 de jun de 2013

PEDRO VISITA UM OFICIAL ROMANO (Atos 10,17-48)

“O Senhor firma os passos do homem, sustenta aquele cujo caminho lhe agrada. Se ele cair, não ficará prostrado, pois o Senhor segura sua mão” (Sl 37,23-24)
Tenho a impressão de que duas coisas me são absolutamente indispensáveis nesta vida: sem elas esta miserável vida me seria insuportável. Detido na prisão deste corpo, confesso precisar de duas coisas: o alimento e a luz. À minha fraqueza deste teu Corpo para fazer meu espírito e meu corpo, e colocaste tua palavra como uma lâmpada para meus passos (Sl 118,105).
A visão dos animais no teto de sua casa confundiu Pedro. “O que isso quer dizer?”, ponderou. No mesmo momento, como numa resposta à sua dúvida, os três homens mandados por Cornélio chegaram ao portão.
“Há alguém hospedado aqui chamado Simão Pedro?”, perguntaram.
O Espírito Santo de Deus disse a Pedro: “Levante-se e vá para baixo. Há três homens lá procurando por você. Não se preocupe, fui Eu que os enviei”.
Quando chegaram à casa do centurião, o militar se jogou ao chão, inclinando-se diante de Pedro. Toda a sua família e seus amigos estavam lá e ouviram quando Pedro disse: “Por favor, levante-se. Sou apenas um homem comum, como você”.
Pedro olhou ao redor da sala. O lugar estava cheio – homens, mulheres e crianças. A maior parte não era judia. “Vocês sabem que a Lei Judaica me proíbe de visitá-los”, disse ele. “Mas Deus me mostrou que ama a todos, sejam ou não judeus. É por isso que aqui estou. Agora, por favor, conte-me por que mandou me chamar.”
“Estou muito contente por você estar em minha casa”, disse Cornélio. “Na minha visão, eu deveria mandar chamá-lo e ouvir o que deus tem a dizer por seu intermédio.
O Espírito Santo entrou na sala, pairando sobre os que escutavam. Todos passaram a falar em línguas estranhas e a louvar a Deus.
Os judeus convertidos de Jope, que acompanhavam Pedro, estavam impressionados ao ver o Espírito Santo descer sobre aqueles estrangeiros. Achavam que os ensinamentos de Jesus e o Espírito Santo eram destinados apenas aos judeus. Pela primeira vez percebiam que os não-judeus, conhecidos como gentios, também eram especiais para Deus

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