10 de fev de 2011

LOUVOR A DEUS

Dizem que quando Deus criou o mundo e achou que “tudo era bom”, um anjo partilhou seu entusiasmo, mas à sua maneira, pois enquanto contemplava maravilha após maravilha, ia exclamando?
“-Como é bom! Vamos organizá-lo!”
E Deus respondeu: “E tirar todo o prazer dele!”
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Já tentou organizar algo como a paz? No momento em que o faz há conflitos de poder e guerras de grupos dentro da organização. O único caminho para se obter a paz é deixá-la crescer ao acaso.
            O sol, a lua, as estrelas, o leão, a baleia, as árvores e as flores põem-nos continuamente diante dos olhos das infinitas perfeições de Deus, principalmente seu poder, sua bondade e sua sabedoria. A ordem do mundo revela-nos a sabedoria divina; o oceano exalta a imensidade de Deus; os campos repletos de flores e as árvores carregadas de frutos falam-nos de sua bondade e sua generosidade infinita.
As criaturas não podem ter o mesmo principio que os homens têm. São para o homem, para ajudá-lo a conseguir sua finalidade.
As criaturas privadas de razão não podem, por si mesmas, glorificar a Deus; são criaturas para servir o homem. Depois que Deus levantou os montes, nivelou os vale, formou os céus, prodigalizou a vida , depois que acabou o palácio para o homem morar, disse: “Façamos o homem à nossa imagem, Segundo a nossa semelhança, e que ele submeta os peixes do mar, os pássaros do céu, os animais grandes, toda a terra e todos os animais que rastejam sobre a terra”(Gn 1,26). Nós somos para Deus, e as criaturas para nós, para nos ajudarem a servir à Deus.
As criaturas foram criadas por Deus para ajudar o homem a conseguir o seu fim, que é louva-Lo, reverencia-Lo e servi-Lo.
Ajudam-nos a louvar a Deus, segundo o que se lê na Escritura: “Os céus narram a Gloria de Deus, e o firmamento proclama a obra de suas mãos” (Sl 19 [18], 2).
Ajudam-nos a reverenciar a Deus, que está presente em todas elas nas racionais, por sua imagem e sua sanidade; nas irracionais, por sua atividade em conservá-las no ser. Umas nos fazem tremer diante de sua presença, como as tempestades do ar, da terra e dos mares, e outras nos fazem ajoelhar perante sua infinita majestade, que se nos revela nessas manifestações de poder.
            Havia, certa vez, uma mulher que era religiosa, devota e cheia de amor a Deus. Toda manhã ela ia à igreja. E no caminho crianças a chamavam, mendigos a abordavam, mas ela estava tão imersa em suas devoções que nem ao menos os notava.
            Ora, um dia, foi pela rua do modo costumeiro e chegou à igreja em cima da hora do culto. Empurrou a porta, mas não conseguiu abrí-la. Empurrou com mais força e percebeu que a porta estava trancada. E lá, bem à sua frente, achou um bilhete pregado à porta que dizia: “-Estou lá fora!”


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