3 de dez de 2010

ANDAR PACIFICAMENTE

   Minha irmã, Leona, liderou violonistas numa orquestra em Santo Antonio, Texas. Ela tocava para que os ouvintes ficassem cheios de alegria. Abraçou os seus amigos com a melodia do seu violino.
   O instrumento fica mais afinado com o tempo. As vibrações harmônicas entram na madeira e o som melhora. A imagem do violino é boa para nos ensinar como tratar nossos corpos. Podemos nos tocar como instrumentos musicais, sempre melhorando e melhorando. Podemos tocar os fios de nossos sentidos, como à uma melodia de amor, para vivermos melhor.
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   Que nosso corpo completo, corpo e alma unidos, tenha o som e tom da inspiração completa para o concerto da vida na orquestra da humanidade!
   Nossos sentidos, na sua naturalidade e espontaneidade, nos dá vida, prazer e descanso. O ver, o ouvir, o sentir e o gostar, são os grandes prazeres da vida, são as melhores festas. Tomar um banho nos dá vida. Andar pacificamente, relaxando e desligados, nos dá saúde.
   Os animais podem ser nosso modelo. Num dia muito frio, notei Danny, o cachorro de Ana Maria, no canto mais quente do jardim. Animais selvagens vivem uma vida simples e maravilhosa; domesticados absorvem nossas doenças. Até mesmo existem psicólogos para ajudar nossos amigos domesticados. Vi um desenho de um cachorro deitado num sofá, o psiquiatra falou: “Acho que Fido tem complexo de Oedipus”, que é o desejo de matar o dono para viver somente com a dona. Lembremos que Oedipus, acidentalmente, matou seu pai e depois se casou com a sua mãe.
   Nossos amigos no campo vivem uma vida simples e envolvida à natureza. O fato de sermos inteligentes faz com que sejamos os reis da criação, porém, quando temos os animais como referência, aprendemos e vivemos melhor no plano terrestre até chegarmos ao plano celestial.
   Os animais tiveram um congresso sobre a maneira em que eles servem os seus mestres. A vaca falou: “Eu dou leite e manteiga”. A galinha dá ovos. O pavão nos mostra o que é a beleza. Através dos cavalos podem viajar. Ouvimos belas músicas no som dos canários. O papagaio promove a alegria. Finalmente, a lesma nos ensina paciência no correr do tempo e da vida.
   A lesma estava subindo numa macieira. O pombo perguntou: “Aonde vai?” e a lesma respondeu: “Vou comer uma maçã”. “No inverno não temos maçã” retrucou o pombo. A lesma disse: “Quando eu chegar lá, terá.”

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