8 de dez de 2010

BOMBEIROS

  Um poço de petróleo pegou fogo e a companhia chamou especialistas para apagar as chamas. Mas o calor era tão intenso que a brigada só conseguiu chegar a três quilômetros do poço. Em desespero, a diretoria chamou o corpo de bombeiros voluntários da cidade para ajudar como pudesse. Meia hora mais tarde um decrépito caminhão de bombeiros veio pela estrada e parou repentinamente a apenas vinte metros das chamas devoradoras. Os homens saltaram do caminhão, borrifaram os focos e aí apagaram o fogo.
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  Em gratidão, alguns dias mais tarde, a diretoria realizou uma cerimônia onde se louvava a coragem dos bombeiros locais e exaltava sua dedicação ao dever – e entregaram ao chefe do corpo de bombeiros um gordo cheque. Quando os repórteres lhe perguntaram o que planejava fazer com o cheque, o chefe respondeu: - Bem, a primeira coisa que vou fazer é levar o caminhão a uma oficina e mandar consertar os malditos freios.
  A espiritualidade não é um acidente é um propósito sincero e honesto.
  A espiritualidade do Cristianismo a de outras religiões e culturas, convida-nos a uma experiência renovada e profunda da reconciliação com o Espírito Divino. Somos chamados a partilhar com alegria e respeito a graça e o poder desta doutrina espiritual que recebemos, pregamos e vivemos, alimentando nossa esperança.
  A globalização e as novas tecnologias da comunicação abriram o nosso mundo e oferecem-nos novas oportunidades para anunciar com entusiasmo a Boa-Nova e o Reino. Os nossos ministérios de proclamação da Palavra e a celebração da vida de Cristo continuam a ser fundamentais para a nossa missão e para as nossas vidas como parte da tríplice responsabilidade que está depositada em nossos corações.
  A missão fundamental (duplice) é a proclamação da Palavra (kerigma-martyria) e o exercício do ministério da caridade (diakonia).
  Ao cumprir essa responsabilidade, procuramos formas novas de evangelização integral, para “chegar àqueles lugares, físicos e espirituais, aonde outros não chegam ou têm dificuldade em chegar”. Repito que esta idéia de “não chegar aos outros” e “dificuldade de chegada” é de importância fundamental para nós que desejamos servir. Nós vamos onde outros têm medo de ir.
  Devemos estar atentos às exigências do contexto cultural e espiritual em que desempenham a nossa missão. Não importa se estas exigências estão em lugares seguros ou perigosos. Deus e a Virgem Maria estão conosco.
  Lembra-se que este artigo é como espremer uma laranja. Esprema e esprema até extrair todo o suco. Medite bem sobre as idéias e vai gostar do fruto.

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