28 de dez de 2010

COSMOLOGIA

    Em uma festa no Japão, serviram saquê a um visitante. Depois da primeira dose, ele notou que a mobília da sala estava se movendo.
  - Esta é uma bebida muito forte – disse ao anfitrião.
  - Não muito – retrucou o anfitrião. – Acontece que está havendo um terremoto!
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Cosmologia, um ramo da filosofia, mostra como pensamos na existência de Deus observando o mundo natural. Os cientistas modernos concluem que existe um “Superintelecto” que proporcionou as leis que são necessárias para criar nosso universo e a vida humana.
   Vejamos várias opiniões:
  1) Deus criou um universo belo, como o eterno Artista mas sem ninguém para mostrar seu
trabalho.
  2) Deus criou seres humanos, programando suas vontades de forma que elas são limitadas
e vivem como “zumbis”.
  3) Deus criou as pessoas com liberdade de escolha. Essas criaturas quebraram Suas leis
morais. Deus simplesmente as perdoou.
   Eliminando as várias opiniões Cosmológicas citadas agora, finalmente chegamos as
boas notícias da Bíblia.
   Deus se fez homem em Cristo para nos mostrar como viver.
   João escreveu: ”Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade de carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus” (João 1:10-13).
    A casa do Mulá Nasruddin estava pegando fogo, por isso subiu correndo ao telhado para se salvar. Lá estava ele, perigosamente encarapitado no telhado, quando seus amigos se reuniram na rua, embaixo, segurando um cobertor esticado e gritando:
  - Pule, Mulá, pule!
 - Oh, não vou pular – disse o Mulá. – Conheço vocês, meus caros. Se eu pular, vocês puxarão o cobertor, só para me fazer de bobo!
  - Não seja tolo, Mulá. Isto não é brincadeira. É sério. Pule!
 - Não – disse Nasruddin. – Não confio em nenhum de vocês. Estendam esse cobertor no chão que eu pulo.
   Assim pensam, de vez em quando, cientistas sem espiritualidade. 

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