29 de dez de 2010

CULTURA DOMINANTE

É impossível ajudar uma outra pessoa sem ajudar a si mesmo, ou prejudicar uma outra pessoa sem prejudicar a si mesmo.
Nasruddin sussurrava de si para si todo contente, quando um amigo perguntou-lhe o que estava acontecendo.
Nasruddin explicou: -Aquele idiota do Ahmed fica batendo em minhas costas cada vez que me encontra. Bem, hoje pus uma banana de dinamite debaixo do paletó, assim, quando me der uma palmada nas costas, explodirá seu braço!
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 Quando ajudamos outras pessoas, ajudamos a nós mesmos. Quando prejudicamos outras pessoas, prejudicamos a nós mesmos. Quando apontamos o dedo ponteiro contra uma pessoa, apontamos três contra nós.
Globalização ajuda ou prejudica? Acelera a expansão de uma cultura dominante como a dos EUA, Europa, Japão e China. Essa cultura proporcionou a muitos um amplo acesso à informação e ao conhecimento, um sentido acentuado do indivíduo e da liberdade para escolher e a abertura a novas idéias e valores em todo o mundo.
Ao mesmo tempo, essa cultura dominante é marcada pelo subjetivismo, pelo relativismo moral, pelo hedonismo e pelo materialismo prático, levando a uma visão errada ou superficial de Deus e do homem. Por isso também temos tantas vítimas de substâncias psicoativas e outros problemas imorais.
            Em muitas sociedades, as pessoas encontram-se cada vez mais sós, lutando por encontrar sentido para as suas vidas. Tudo isso se tornou para nós uma nova oportunidade apostólica e um desafio. Trabalhamos para ensinar a vida correta e honesta. Em todos os nossos trabalhos apostólicos somos chamados a um compromisso mais sério com essa realidade e a ampliar espaços de diálogo contínuo e de reflexão sobre a relação entre a fé e a razão, a cultura e a moral, a fé e a sociedade, a fim de fazer conhecer o verdadeiro rosto do Senhor a tantos a quem, hoje, continua escondido ou irreconhecível.
            Nunca, na verdade, possuímos as coisas. Apenas as retemos por algum tempo. Se somos incapazes de nos desfazermos delas, somos dominados por elas.
            Um coração alegre facilita a cura, um espírito abatido resseca os membros.
            O mau aceita suborno às escondidas para desviar o justo do seu caminho.
            Na face de um homem sensato se vê a sabedoria, mas os olhos do tolo se fixam nos confins do mundo. (Pv, 17, 22-24)


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