31 de dez de 2010

DANÇANDO COM DEUS

A vida é uma dança com Deus em uma canção maravilhosa. Com alegria, vamos dançar e cantar sempre. 
Uma coisa que não entendo é porque tantas pessoas falam sobre Estresse. Recebemos a força e a Graça de Deus, a Divina Majestade, para vivermos calmamente e com tranqüilidade.
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Penso que as causas do estresse são Egoísmo, Ignorância Espiritual, nossos Desejos Desordenados e o Apego a nossa vida mortal.
Egoísmo é pensar somente sobre mim e um esquecimento de nossas obrigações justas e corretas para os outros.  Jovens falam: “Eu quero esses tênis para mim”. Não lembram que os pais têm que pagar e pode ser que precisassem do dinheiro para outras coisas mais essenciais. Pais e mães de família acham que têm que ter um carro melhor do que o do vizinho. Ao invés de pensar no bem-estar do próximo, pensamos somente em nós. Paulo, o apóstolo, falou completamente diferente: “Eu vivo, não eu, Cristo vive dentro de mim”.
Ignorância Espiritual é o contrário do Despertar Espiritual. O abuso dos cinco sentidos e nossas outras sensações causa confusões. Materialmente desejamos o que os olhos vêem, os ouvidos ouvem, o olfato sente, o paladar prova e o tato sente. Esquecemos que o ponto mais importante é o coração, a sede de amor. Devemos olhar para dentro ao invés de para fora.
Desejos podem ser um querer desordenado. É como o egoísmo e a ignorância Espiritual querendo o que os cinco sentidos sentem ao invés de pensar no amor do coração. A cura dos desejos desordenados é o desapego. Quer dizer, usar o que é bom nos levando ao serviço de nosso irmão e à Divina Majestade. Não devemos abusar dos dons e presentes de Deus ao uso para fins desonestos e prejudiciais. Usamos nosso dinheiro para o bem-estar de nossa família em primeiro lugar. O que sobrar, gastamos para lazer e outros prazeres.
Sobretudo o que nos causa problemas é o apego à vida e o medo da morte. Verdadeiramente nunca morremos; só passamos à outra vida que é infinitamente melhor. Esquecemos que somos cidadãos de dois mundos. Vivemos neste planeta como passageiros como a passagem de uma gotinha de água caindo no mar. A gotinha que somos nós é imortal. Não perdemos nossa individualidade no mar. O prazer imortal é tão grande quanto à diferença de uma gotinha de água a todos os oceanos de nosso planeta. Lembremo-nos, repito que somos cidadãos de dois mundos e que “o além” é infinitamente melhor.
O rosto triste exercita quarenta músculos; o rosto alegre exercita centenas. Vamos sorrir, dançar e cantar neste belo mundo vivendo infinitamente feliz. Depois teremos muito mais felicidade com os anjos, os santos, a Virgem Maria e Jesus.


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