20 de mar de 2011

O MISTICISMO


É muito importante ter um despertar em nossa vida. Devo tomar consciência do fato que eu sou um entre bilhões, incluindo os anjos e os santos dos céus. A minha vida nem é um segundo em comparação com a eternidade, com a Divina Majestade. Embora em um sentido eu sou nada, em outro sentido eu sou o rei do universo. Com 4 trilhões de células bem em ordem e na teoria de cordas que falam para centenas de barbantes, com milhões de nós invisíveis em cada célula - sou fantástico.
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Eu quero tomar consciência da vida assim como a multidão tomou consciência do poder de Jesus e deram glória a Deus quando Jesus perdoou o paralítico: o homem ouvindo a palavra de Jesus; levantou-se e foi curado. (Mt 9, 6). E o mais importante: quero tomar consciência da minha vida e a sua vida pessoal e espiritual.
O melhor Teólogo do mundo, Santo Tomás de Aquino, escreveu na introdução do seu primeiro livro: “não escrevo sobre o que Deus é, escrevo sobre o que Deus não é...” De repente, no fim da sua vida parou de escrever. Quando seu secretário se queixou dessa atitude, dizendo que sua obra estava incompleta o santo respondeu: “Irmão Reginaldo, alguns meses atrás enquanto celebrava a missa, experimentei algo do Divino; naquele dia perdi a vontade de escrever. De fato, tudo o que eu escrevi de Deus até aquele dia, agora me parece pura palha.” Nem podia ser de outra maneira quando o Teólogo se torna místico. Aquele que é um místico, é um santo que mediante contemplação espiritual, atinge o estado estático de união direta com a divindade.
O místico não fala “Senhor, Senhor” ele fala: “Amar, Amar”. Quer dizer, “fazer a vontade do meu pai que está nos céus.” (Mt 7,21) Não é suficiente a confissão dos lábios. A confissão deve corresponder a vida santa e correta. Um místico desceu da sua montanha e lá embaixo encontrou-se com um amigo que zombava dele: “Que coisas tu nos traz da montanha, do jardim de delícias em que estavas?”.
O místico respondeu: “Tive vontade de encher minha túnica de flores pra dar aos meus amigos ao voltar, mas tão doce era o perfume do jardim que me esqueci até do próprio poncho.”
Juan Diego em 12 de dezembro de 1531, ao pedido da Virgem Maria chamada Guadalupe, encontrou as rosas na montanha. Puseram no poncho dele e a mando da Virgem, levou a Juan de Zumaraga, Bispo do México. Com o perfume, Maria passou pela roupa de Juan e deixou a sua bela imagem estampada no poncho. Depois de 500 anos, pendurado na Basílica do México, Maria brilha como uma luz para todos nós que desejamos louvar, glorificar e servir a seu filho Jesus. Também assim como Deus dá a sua chuva para todo, os bons e os maus, e brilha o seu sol para os mesmos, Maria cuida de todos nós.Há quem diga que quem reza três Aves Maria diariamente, embora Pedro não deixe entrar na porta celestial, Maria tem uma porta no fundo dos céus onde entram os seus devotos. Também o rosário é uma corda que nos leva para a felicidade aqui e para nossa mansão eterna.
Com Isaías vamos rezar “Santo, Santo, Santo, o Senhor de todo o universo. Sua glória enche a terra eterna.” (Is 6, 3) E com ele dizemos: “Ai de mim! Estou perdido. Sou um homem de lábios impuros...” Mas com meus olhos viram o rei, o Senhor de todo poder.” ...Um dos serafins olhou para mim tendo na mão uma brasa e com ela tocou-me a boca. Teu pecado está apagado. E eu falo: “Aqui estou. Senhor envia-me.”  Assim posso pregar a boa nova de Deus.

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