13 de mai de 2015

Religiões

Nós louvamos e admiramos outras religiões: Buda ensinou que o desejo é a raiz de todo mal. Inácio de Loyola chama isto de apêgo. Maomé diz que existe apenas um só Deus e que devemos adorá-lo. Os Islamitas adoram Deus cinco vezes, diariamente. Os Judeus, com Isaías e outros profetas, louvam e servem a Divina Majestade. Os Hindus com Mahatma Ghandi servem três entidades divinas: Brahma, o Criador; Shiva, o Continuador e Vishnu, o Equilibrador.
      Basicamente as religiões têm a mesma tese: amar, louvar e reverenciar a Divina Majestade e servir aos irmãos. Quem oferece uma mão a Deus e não dá a outra a seu irmão, tem uma fé em vão.
      Católicos têm Deus infinito, adoram a Santa Eucaristia, veneram a Virgem Maria e vivem nas inspirações do Espírito Santo.
      O Mestre Zen quando atingiu a Iluminação, escreveu essas linhas para celebrá-la: “Oh admirável maravilha: eu continuo a cortar lenhas e tiro água do poço da mesma maneira. Só a mente é diferente”.

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