30 de jun. de 2012

FIDELIDADE

“O tempo em que Ele, Jesus, vier, em toda a sua glória, “julgar os vivos e os mortos”’ (2Tm 4,1)
Imagino-me no monte Tabor, na Galiléia, onde Jesus começou sua missão e agora a entrega a mim e a todos de boa vontade, dizendo: “Ide e ensinai...”.
Vou, nas asas da fé, ao cume do monte das Oliveiras, na Judéia, em frente de Jerusalém, de onde o Senhor Jesus se eleva aos céus. Na encosta, fica o Horto das Oliveiras, por onde Ele passou espantosa agonia.
Petição: diante do meu Senhor, peço a graça de fidelidade e confiança radicais para, em Seu nome e na promessa de sua presença, dar continuidade ao anúncio da Boa Nova.
O último recado do Senhor Jesus: “Vão a Jerusalém e esperem pelo Espírito Santo”.
Ele subiu a Jerusalém, a fim de padecer e ser crucificado. Agora, sua subida será a ascensão, no monte das Oliveiras. Estou lá para observar muito atentamente: olhos, ouvidos atentos, no mistério da pessoa de Jesus. Vejo-o grave, admitindo que lhe fora dada plena autoridade para enviar seus discípulos a fazer discípulos entre os povos todos. Ouço palavras do solene envio: “Ide... Batizai... Ensinai... Ficarei convosco até o fim do mundo”.
Procuro descobrir o que diz este envio para mim hoje. Rezo. Peço que o Seu Espírito me convença de que isto é possível, pois o Senhor o quer, na força do Espírito Santo que virá e que vem sempre de novo. Devo pedir. Ouço as palavras: “Sereis minhas testemunhas em Jerusalém, na Samaria e até os confins do mundo”.
Meditação:
Sou missionário de dimensão universal. Como vivo como evangelizador(a)?
Apresento ao Senhor os missionários, homens e mulheres. Deixando pátria e cômodos, partiram para outras terras e alcançaram os confins do mundo.
Havia problemas para os primeiros cristãos, como a divergência entre uns e outros a propósito da distribuição dos alimentos às viúvas (At 6,1); as doações interesseiras e exibicionistas (At 5,1-11); a falência do modelo prático adotado (1Cor 16,1-4; Rm 15,26-28). Contudo, essa vida de ressuscitados permanece um desafio à consciência de toda a civilização humana, fonte de inspiração e conversão incessantes na história da cristandade.

29 de jun. de 2012

QUIETUDE

“O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, e o coração do homem não percebeu, isso Deus preparou para aqueles que o amam!” (1Cor 2,9)
De pé, pés um pouco separados, mãos na cintura. Solte o ar. Inspire, solte o ar, flexionando o corpo à frente. Vá dobrando o tronco, devagar, pela cintura, ao expirar.
Experimentar o corpo na sua totalidade. Sentir a quietude e o silêncio do corpo inteiro. Descansar com ele.
Ficar em perfeito estado de imobilidade; quando surgir necessidade de movimento ou outra sensação (picada etc) somente percebê-los até que desapareçam. O mesmo com uma dor física.
Durante o dia ao caminhar: sentir o movimento das pernas, dos braços, etc.
Espírito de Jesus, recorrerei “à claridade e outras comodidades do tempo, como sol e calor no inverno e frescor no verão, enquanto penso e conjectura o que me pode ajudar a ter gozo em meu Criador e Senhor”.
A Trindade é Oceano de Bondade, Ternura, Beleza; como Espírito, tudo permeia e tudo invade; como a Sagrada Família, é gentil e acolhedora; como são bons os olhos de Jesus, é amiga; ou é como a amabilidade de gente que “transmite Deus”; ou, ainda, no ambiente dos “lugares sagrados”, ela é a garantia de momentos de amor e proximidade, de consolação...
Lembrete:
A vida em nome de Jesus é o resultado da pregação apostólica. Esta produziu um retrato que tem desafiado e inspirado gerações de cristãos. Trata-se de um ideal profundamente humano, que Lucas traça com simplicidade e força:
“A multidão dos que creram, era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava exclusivamente seu, o que possuía, mas tudo, entre eles, era comum. Com grande poder, os apóstolos davam o testemunho da ressurreição do Senhor, e havia entre eles grande aceitação. Não havia entre eles nenhum necessitado. De fato, os que possuíam terras ou casas, vendendo, vinham depositar os valores das vendas aos pés dos apóstolos. Distribuía-se então, a cada um, segundo a sua necessidade” (At 4,32-34).

28 de jun. de 2012

MEU DEUS

“Os justos, porém, se rejubilem, exultem diante de Deus, alegres e contentes... seu Nome é Javé” (Sl 68,1).
Vou no meu canto de oração, quem sabe mais iluminado e com algum vaso de flores. Fazendo a reverência diante do Senhor e fechando os olhos, chego ao meu santuário interior e prostro-me: “Meu Senhor e meu Deus!”.
Recordo-me da matéria a rezar, lendo pausadamente a passagem> Jo 20,24-29, sobre Tomé que duvidava.
Situo-me na sala de reunião dos discípulos, onde Jesus aparece após a Ressurreição.
Vejo-me numa solene celebração de Páscoa, recordo-me dos sentimentos de alegria e de fé, então vividos, e peço a graça de que esta consolação interior me sustente a esperança na minha caminhada de fé.
Em silêncio orante, prostro-me diante do Senhor para contemplar com todos os sentidos: olhos, ouvidos e, sobretudo, com o tato interior, na delicadeza e na fé dos meus gestos.
Sinto-me firme nas suas chagas. Rezo e deixo que Ele transforme a minha fé vacilante em fé firme como uma rocha: “Meu Senhor e Meu Deus!”.
Repasso os pontos que mais me impressionaram, e deles falo com o Ressuscitado. Que Ele os torne vida na minha vida. Amém, aleluia!
Meditação:
“Narram os céus a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra de suas mãos!”
Um dia ao outro confia a mensagem, a noite informa à outra noite, sem discursos, nem palavras, sem que se perceba nenhum som.
Contudo sua voz atinge toda a terra, sua palavra os confins do mundo: lá armou a tenda para o sol, e sai como um esposo do quarto das núpcias, como um herói exultante em seu caminho!
Surge de um lado do céu, até o outro vai o seu percurso, e nada pode fugir a seu calor!...”
A Palavra de Deus, que se fez carne no seio da Imaculada, recebeu, como dissera o anjo, o nome de Jesus, e cresceu em idade, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Junto às águas do Jordão, foi proclamado o Cristo, e ungido pelo Espírito do Pai, consumou sua trajetória na Cruz.

27 de jun. de 2012

TOMÉ

“Para onde irei longe do teu Espírito? Para onde fugirei, longe de tua presença? Se subo aos céus, tu ali estás; se desço aos abismos, lá também te encontro...” (Sl 139/138,7-8).
Vou no meu canto de oração, quem sabe mais iluminado e com algum vaso de flores. Fazendo a reverência diante do Senhor e fechando os olhos, chego ao meu santuário interior e prostro-me: “Meu Senhor e meu Deus!”.
- Recordo-me da matéria a rezar, lendo pausadamente a passagem> Jo 20,24-29.
- Situo-me na sala de reunião dos discípulos, onde Jesus aparece após a Ressurreição.
- Imaginando-me numa solene celebração de Páscoa, recordo-me dos sentimentos de alegria e de fé, então vividos, e peço a graça de que esta consolação interior me sustente a esperança na minha caminhada de fé.
É o Crucificado, agora o Ressuscitado, que completa a obra de salvação e redenção da humanidade, garantindo-nos o dom do total e contínuo perdão dos pecados. Detenho-me na adoração do mistério.
Tomé acreditou, dizendo: “Meu Senhor e meu Deus!”.
Observo Tomé, como para mim também, a aceitação do mistério aconteceu aos poucos... Tinham se passado oito dias. A graça acontece no gesto amoroso de Jesus que oferece as feridas nas mãos, dos pés e do lado para serem tocadas. O Bom Pastor vai ao encontro de cada um do jeito mais adequado! O Bom Pastor é nosso Excelente Mestre!
Coloque-me ao lado de Tomé e também peço esta graça. Olho e escuto: “Vamos! Mete aqui a tua mão!”.
Meditação:
“Com devoção Te adoro, oculta Divindade, verdadeiramente escondida nesta aparência do pão. A Ti meu coração todo se confia, porque, ao contemplar-Te, cala e emudece.
A vista, o gosto, o tato em Ti já nada alcança, mas só de ouvir, creio e tenho fé, pois acredito no que disseste, Filho de Deus vivo, e nada é mais verdadeiro que a Palavra da Verdade!
Outros textos bíblicos sobre a vida de Jesus ressuscitado:
Estarei onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome (Mt 18,19-20); Cristo conquistou nossa liberdade; seu Espírito nos guia (Gl 5,1.16-26); Nosso novo ser em Deus (Ef 4,22-32); Louvor e ação de graças a Deus nosso Criador (Sl 100).

26 de jun. de 2012

PORTAS FECHADAS

“Levanto os olhos para os montes: donde virá o meu socorro? O meu socorro é Javé que fez o céu e a terra...” (Sl 121).
- Recordo-me da matéria a rezar, lendo pausadamente a passagem (Jo 20,19-29), ouvindo as palavras “A Paz esteja convosco!”
- Situo-me na sala de reunião dos discípulos, onde Jesus aparece após a Ressurreição.
- Imaginando-me numa solene celebração de Páscoa, recordo-me dos sentimentos de alegria e de fé, então vividos, e peço a graça de que esta consolação interior me sustente a esperança na minha caminhada de fé.
Aos discípulos reunidos a portas fechadas, aparece-lhes Jesus, dizendo: “A paz esteja convosco!”.
Estou também na sala, a portas fechadas, vendo o medo e a tensão estampados em cada rosto. Também no meu!
Tomo consciência das palavras do Ressuscitado: “A paz esteja convosco!”.
Vejo Jesus confirmando que é no Ressuscitado, mostrando-lhes as mãos e os pés agora com as chagas glorificadas: já não doem! São marcas gloriosas do herói poderoso e vencedor da batalha terrível do amor contra o pecado e a morte! Permaneço em contemplação... Não tenho pressa. É Aquele que tinha sido crucificado!
Jesus dá o Espírito Santo aos Apóstolos, dizendo-lhes: “Recebei o Espírito Santo; a quem perdoardes os pecados, serão perdoados”.
Estou eu também lá, na fé, pois este Evangelho é também para mim, hoje! Ouço novamente: “A paz esteja convosco!”. Como ressoa esta saudação em mim? Ele, o Ressuscitado, fala ainda: “Como o Pai me enviou eu vos envio a vós”, e soprando sobre eles, disse: “Recebei o Espírito Santo”. “Àqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados“.
Meditação:
Outros textos bíblicos sobre a vida de Jesus ressuscitado:
Com Cristo, nosso Redentor, nada pode nos separar do amor de Deus (Rm 8,31-39); Vivemos em Cristo, na glória (Cl 3,1-4); Como vivem os que vivem em Cristo (Cl 3,5-17); Como vivem os que esperam pela segunda vinda de Cristo (1Pd 3,1-12); Uma exortação a amar como Deus ama (1Jo 4,7-21).

25 de jun. de 2012

Esperamos por vocês

APARECEU A SIMÃO

“Todos de ti esperam o alimento a seu tempo. Tu dás, eles recebem; abres as mãos, eles se saciam de bens... “(Sl 104).
Paro e reflito nas vezes em que tenho procedido como os descrentes ou em que tenho anunciado sem encontrar crédito, como as mulheres. Na história da Ressurreição de Jesus, examino-me, rezo e peço graça para aprender de ambas as situações. Como costumo agir quando não me levam a sério?
“Entrando no sepulcro, Pedro viu apenas os panos que tinham coberto o corpo de nosso Senhor e nada mais.”
Observo Pedro, que vai, às pressas, ao sepulcro com João. Faço-lhes companhia. O que Pedro sentiria? Descrença? Esperança? Inclinado ante os lençóis, observa o sepulcro vazio, volta para casa, assombrado com tudo aquilo. Jesus vai precisar se manifestar pessoalmente a ele.
João, no entanto, ainda apenas inclinado para olhar o interior do sepulcro vazio, acreditou logo!
Com o olhar interior fixo em Jesus, presente e vivo na minha vida, examino os meus sentimentos diante do sepulcro vazio, reflito e me exprimo para ele. O Senhor se deixa encontrar por quem o busca com sinceridade!
“Pensando São Pedro nestas coisas, Cristo lhe apareceu, e por isso os apóstolos diziam: “Em verdade o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão”” (Lc 24,33).
Imagino Pedro no momento em que Cristo Ressuscitado se coloca diante dele. Que encontro! Fico saboreando, recordando também as minhas próprias experiências de encontros mais profundos e autênticos com o Senhor. Agradeço pelas vezes em que Ee mudou as minhas dúvidas em uma jubilosa certeza da fé: “Sei que o meu Senhor está vivo!”.
Concluo exprimindo a minha fé no meu Senhor, que vive para sempre!
Meditação:
“Tomé disse: ‘Senhor, não sabemos para onde vais! Como podemos saber o caminho?’
Jesus lhe respondeu: ‘Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim...’” (Jo 14,5-6)

24 de jun. de 2012

ESTÁ VIVO

“Envias o teu espírito e são criados, e renovas a face da terra!...” (Sl 104).
Preparo-me, lembrando-me de que estou contemplando as aparições do Ressuscitado. Recolho-me na presença de Deus. Com os olhos da imaginação, vejo o sepulcro, cedido por José de Arimatéia, e recordo-me da dor do sepultamento. Mas o sepulcro está aberto e vazio. Não pôde segurar a sua presa!
Peço a graça de sentir intensa alegria pela vitória de Jesus sobre a morte.
“Ouvindo as mulheres dizer que Cristo havia ressuscitado, Pedro foi logo ao sepulcro.”
Recordo o que os anjos haviam dito às discípulas: “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ressuscitou! “Recordai-vos do que vos falou quando ainda na Galiléia, dizendo que o Filho do homem havia de ser entregue ao poder de pecadores e ser crucificado, mas ressuscitaria ao terceiro dia.
Penso na verdade da fé. Demoro-me longamente em silêncio orante: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé”. Paro, rezo... “Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé”.
Sigo com as discípulas que voltam à comunidade para transmitir o anúncio da Ressurreição. Vamos falando do que transborda nos nossos corações.
Encontro com elas, os onze apóstolos e os demais, desanimados e desconfiados: “História de mulheres! Quem há de crer?!”.
Aqui, Jesus manifesta também a divindade, sua igualdade e identidade com o Pai, aquele Pai divino que o salmista, extasiado, nos faz contemplar:
Meditação:
“Bendize, ó minha alma, a Javé! Javé, meu Deus, como és grande!...
 O Senhor faz brotar as fontes nos vales, os riachos correm das montanhas, dando de beber aos animais dos campos, matando a sede dos asnos selvagens... Com o fruto de suas obras, meu Deus, sacias a terra!
Fazes brotar o capim para o gado, e tantos vegetais úteis ao homem, para que possa tirar da terra o seu alimento: o vinho, que alegra o coração do homem, o óleo, que dá brilho ao seu rosto, o pão, que revigora a sua alma...
Todos de ti esperam o alimento a seu tempo. Tu dás, eles recebem; abres as mãos, eles se saciam de bens...
Envias o Seu espírito e são criados, e renovas a face da terra!...” (Sl 104).

SILÊNCIO É A GRANDE REVELAÇÃO

            O anjo Gabriel apareceu ao Mestre dando-lhe vários dons do Santo Espírito. Primeiramente deu-lhe o dom de curar. Depois o anjo Gabriel lhe presenteou com o dom da sabedoria. Alguns anos depois o Mestre foi agraciado com o dom de pregar. O penúltimo que o Mestre recebeu foi o dom da alegria. Ao final, o anjo falou: “Agora estou dando o mais precioso: o dom do Silêncio.”.
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23 de jun. de 2012

ESPERANÇA

“É verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” (Lc 24,34).
“Olhar o ofício de consolar, que Cristo nosso Senhor exerce, comparando como os amigos costumam consolar-se”. Este é um ponto forte às nossas contemplações das aparições do Ressuscitado. Na verdade, é uma chave para descobrirmos como estas aparições não são relatos de consolações passadas para as pessoas da primeiríssima geração cristã, mas são “pistas quentes” a fim de que nos demos conta das nossas atuais consolações, como efeitos e sinais “santíssimos” da Presença do Ressuscitado em nós. Esta descoberta, ligando a nossa consolação de hoje com a consolação que o Senhor Ressuscitado deu, por exemplo, ao amigo Pedro, nos fará dar um outro e maior valor a estas atuações do Espírito em nós e nos renovará a esperança: “Pela consolação tenhamos esperança” (Rm 15,4).
Pedro chorou amargamente ao ver, refletido nos olhos bons de Jesus, naquela fria noite, no pátio de Caifás, os horrores da sua negação, da sua resistência cabeçuda em ouvir os sucessivos avisos e apelos do Amigo. Havia renegado o mesmo a quem, levado pelo Espírito, proclamara Filho de Deus! Pois o Senhor Ressuscitado o visita e consola, como testemunham os outros discípulos: “É verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” (Lc 24,34).
Muitos de nós experimentamos este particular efeito da presença viva do Ressuscitado nas nossas vidas: quando estávamos distantes e o tínhamos negado e renegado. Ele se apresentou a nós, de tal modo que não pudemos nem quisemos duvidar. A certeza da fé nos inundou diante do Amigo Fiel e Verdadeiro.
Meditação:
“’Jesus manifestou-se novamente aos seus discípulos do seguinte modo...’ (Jo 21,1). De fato, trata-se de uma ‘manifestação’. Gosto mais de falar de ‘manifestação’ de Cristo do que de ‘aparições’ sugere alguma coisa de miraculosa, de extraordinária. ‘Manifestação’ significa a irradiação da divindade na humanidade. Deus manifestou seu amor entregando-nos seu Filho. Manifestou-se em seu Filho. É uma ‘epifania’ (revelação, manifestação), muito afastada de todas as epifanias do Antigo Testamento onde havia trovões e relâmpagos. Aqui, toda essa epifania acontece na simplicidade mesma das relações humanas (pesca etc)...
Jesus, agachado, junto ao braseiro, ou servindo pão e peixe aos discípulos, realmente se revela e nos revela esta Vida que não se cansa de jorrar:
“Vim para que tenham vida e vida em abundância”... (Jo 10,10).